Livro de visitas

Deixe-nos a sua mensagem, opinião, sugestão ou crítica.


 Seu nome *
 Seu e-mail
 Seu site
 Mensagem *
* Obrigatório

Medidas Antispam
Por favor, insira o texto abaixo no campo antes de enviar a mensagem para o livro de visitas.
8 + 9=

(50)
1 2 3 4 5
(30) Paulo Couto

Excelente iniciativa de divulgação do nosso Portugal. Tomara que surjam mais iniciativas assim para que todos possamos conhecer um país belo mas que continua a ser desconhecido para muitos.

(29) Cristina Henriques

Técnica e artisticamente o projecto é... talvez achem o adjectivo magnífico exagerado, mas acreditem. Vejo muita coisa por estas bandas, e o vosso tem a mais a alma e o coração. E uma voz clara e simples, mas forte. Nao acredito que alguém possa chegar à última página sem estar minimamente indignado e emocionado. (continua)

(28) Cristina Henriques

Ou não quero acreditar. O que irá dar ao mesmo. Fizeram-me orgulhosa de ser portuguesa por um momentinho - aquele pequenino momento em que, tão distante que estou do meu solo, o meu peito se inchou, ufano, frente a frente com o vosso tão espantoso trabalho. Ah, talento português... E depois invadiu-me uma certa angústia. Lembrei-me de quando a Aguieira foi construída, e os meus vales, o meu rio, as paisagens da minha infância, dissecados e violados. (continua)

(27) Cristina Henriques

A ponte sobre o trecho de rio onde eu e o meu pai costumávamos ir apanhar peixe a mão para povoar o nosso enorme poço de mina e comer as larvas de mosquito que tanto nos inquietavam, a pequenina aldeia com a sua lojinha de porta aberta para o rio de onde um velhito nos saudava risonho - tudo jaz agora debaixo de um mar que ninguém quis na altura. Nunca mais lá voltei: não suportaria ver na minha memória onde os velhos caminhos costumavam ir dar. (continua)

(26) Cristina Henriques

E aí fiquei triste: porque será que nós, portugueses, temos de ser sempre os últimos a aprender, temos sempre de aprender com os nossos próprios erros cometidos a imitar 'os de fora', nesta tão traiçoeira ilusão de que a relva do outro lado da cerca será sempre mais verde do que a nossa? Porque teremos sempre de nos arrastarmos pela cauda do verdadeiro progresso, sempre chamando as coisas por nomes que elas nunca tiveram...? Porque olhamos para a história e o passado e não aprendemos nada? (continua)

(25) Cristina Henriques

Sempre, onde as linhas ferroviárias foram descontinuadas, e a despeito de quaisquer ligações rodoviárias, empobrecimento e perda de população tem sido o resultado final - porque não sao nunca descontinuados nas regiões mais ricas, onde a sua falta se faria sentir por exemplo em redução de lucros, mas sim nas regiões mais pobres e onde farão sempre mais falta. Sem eles, aldeias estagnam e morrem uma morte lenta e dolorosa. E quem de lá teve de partir, uma morte ainda pior. (continua

(24) Cristina Henriques

Foz do Tua irá porventura em frente. As nossas vozes sao pequenas face ao poder instituído. Que faremos, que poderemos fazer para que assim não seja...? A minha tristeza, e o meu obrigado, foi por me lembrarem que a barragem, tal como a da Aguieira, pode ir em frente, mas nós nunca esqueceremos tudo o que ela vai afogar. E, porventura, nunca perdoaremos. A memória dos homens pode por vezes ser mais forte do que a de elefantes. Reste-nos - e salve-nos - tão pequena graça.

(23) Luís Silva

Um trabalho excelente, por uma linha excelente

(22) Alexandre Marinho

Se tudo o que precisassemos fossem barragens estavamos nós bem...Sou mais um homem das energias e as barragens são para mim magníficas construções que apesar de trazerem benefícios, trazem por vezes muitos mais maleficios, como é este caso "Tua". Temos por cá pela minha terrinha o caso Tâmega ou Fridão que alterará um bocadinho da beleza de Amarante.Parabéns pelo site e pela iniciativa. Está excelente.

(21) Gorete

ESPERO QUE ESTE MAGNIFICO TRABALHO TRAGA OS SEUS FRUTOS E QUE A ATROCIDADE QUE QUEREM COMETER SEJA BARRADA. A LINHA DO TUA E AS SUAS "SUI GENERIS" PAISAGENS FAZEM PARTE DO PATRIMÓNIO NATURAL PORTUGUÊS.